quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Sons do x











Sugestão de aula de ortografia








Objetivos:








  • Identificar os diferentes sons produzidos pela consoante x;




  • Revelar o domínio da ortografia de palavras mais usuais que contenham dificuldades relativas ao som de x;




Procedimentos:









  • Exposição e explicação do conteúdo;




  • Seleção de palavras escritas com x e seus diferentes sons;




  • Realização de dinâmica para identificação dos sons (Escrever em fichas as palavras e pedir que os alunos um a um ou em grupos colem as palavras de acordo com os sons do x, e de acordo com o som que lhe foi destinado, em espaço previamente organizado);




  • Em seguida o professor junto com os alunos analisam as palavras e verificam se houve equívocos quanto ao som.




  • Depois do trabalho com essas palavras, realiza-se o bingo de palavras;




  • Cada aluno recebe uma cartela com espaço para nove palavras. O professor lê a relação de palavras e os alunos escolhem as nove palavras para preencher sua cartela. Então, começa o bingo. ganha o aluno que marcar sua cartela primeiro e que não contenha erros de grafia.




segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Árvore dos desejos











Árvore dos desejos ou árvores dos sonhos



Essa dinâmica é ótima para conhecer as expectativas e interesses dos alunos ou participantes do grupo.





Objetivo:




Expressar as expectativas de futuro, sonhos e interesses.





Material:



Papel madeira ou cartolina


Papel sulfite




Procedimentos:






  • Desenhar e recortar no papel madeira ou cartolina o tronco de uma árvore.



  • Recortar em papel sulfite o formato de folhas de árvore, sendo uma para cada participante.


  • Pedir que cada um escreva na folha um desejo, um sonho ou um plano de futuro (ou quantos queiram) que desejam realizar.


  • Em seguida, cada um cola seu desejo na árvore.


  • O professor lê os desejos e comenta com a turma.



Obs. Pode-se abordar a importância da educação para a realização desses desejos.
























quinta-feira, 18 de junho de 2009

O coveiro - Millôr Fernandes

Sugestão de atividade para produção textual.
Continue a narrativa.

Ele foi cavando, cavando, cavando, pois sua profissão - coveiro - era cavar. Mas, de repente, na distração do ofício que amava, percebeu que cavara demais.Tentou sair da cova e não conseguiu. Levantou o olhar para cima e viu que sozinho não conseguiria sair.
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Palavra puxa palavra

A dinâmica Palavra puxa palavra é uma ótima dica para prática ortográfica.
Pode-se escolher a classe de palavra a ser trabalhada.
É fácil e aplicar e necessita apenas de quadro negro ou branco, papel e caneta.

Como fazer:
Desenhar uma tabela no quadro com tantas colunas quantas sejam as palavras escolhidas.
O aluno deverá desenhar a tabela no seu caderno também.
As palavras em cada coluna serão previamente selecionadas pelo professor.
Por exemplo:
Substântivos

Escola - Futebol - Cidade - Férias - Sentimentos - Dinheiro

Cada aluno vai ao quadro e escreve uma palavra relacionada a cada palavra do topo da coluna. Feitas as devidas correções, os demais alunos escrevem as palavras na tabela do seu caderno.

terça-feira, 26 de maio de 2009

A ladeira da morte



Numa cidadezinha do interior do Tocantins, tem uma ladeira muito conhecida pelos acidentes e mortes que aconteceram nela.



Dizem que coisas assustadoras acontecem por lá. Na verdade não é só na ladeira, mas na estrada que passa por ela.


Uma das histórias da qual me lembro agora é a respeito de uma jovem.


Há muitos anos atrás, uma jovem veio do Maranhão com o namorado passar o final de semana nessa cidadezinha. Deveria ser um final de semana normal, como qualquer outro. Porém as coisas não sairam como o planejado. Pra começar, a jovem saiu de casa escondida, mentindo. Seus pais não tinham idéia de que ela estivesse vindo pro Tocantins com o namorado.


Seu namorado trabalhava com montagem de som numa equipe que animava festas. Ao chegar no local onde o som seria montado ele começou seu trabalho, e a garota resolveu então chamar uma amiga para irem juntas a um povoado não muito distante dali. Pediram duas bicicletas emprestadas e partiram. Nesse povoado morava uma tia da jovem. A estrada não era muito boa, cheia de elevações e curvas, e era uma estrada de chão (pedras e muita poeira). Não demoraram muita a chegar na casa da tia. A garota não sabia o que ainda estava por acontecer. Terminada a visita resolveram voltar antes que ficasse muito tarde e a noite caisse. Na volta, a poucos quilômetros do povoado, na ladeira perigosa, a amiga resolveu não arriscar e desceu empurrando a bicicleta, a jovem porém, mostrou-se corajosa para enfrentar aquela ladeira, o que seria sua última demonstração de coragem. Desceu, desequilibrou-se, perdeu o controle da bicicleta e... levou um tombo gravíssimo, batendo fortemente com a cabeça. Teve traumatismo craniano. foi levada para o hospital por um carro que passava pelo local. Transferida para sua cidade, vindo a falecer poucos dias depois. A tragédia chocou os habitantes do lugar.





Anos mais tarde, um jovem motorista precisou ir até o povoado a noite para trazer um doente para o hospital. O lugar não dispunha de transportes e em casos de urgência, ligavam para a cidadezinha e a prefeitura enviava o carro. A ambulância estava quebrada e o rapaz dirigiu uma pampa, um carro pequeno de carroceria.


Bem, o rapaz que ouvira muitas histórias sobre aquela estrada estava muito assustado, pois teria de fazer aquele percurso sozinho e a noite já avançava. Buscou coragem onde não tinha e partiu... Ao se aproximar da ladeira, olhou pelo retrovisor e teve uma visão assustadora. Uma mulher vestida de branco estava agarrada à carroceria do carro e voava como uma bandeira ao vento, seus olhos eram como duas brasas e seus cabelos longos estavam soltos ao vento. Nesse momento aquele jovem motoristas foi tomado de terror, desviu o olhar para ter certeza de que tudo não passara de ilusão causado pelo medo. Então voltou a olhar no retrovisor... lá estava ela, como antes agarrada ao carro. Ele acelerou o mais que pode e ao se aproximar do povoado sua passageira desceu do carro. O rapaz ficou em pânico e não conseguiu dirigir de volta. veio junto com o doente que fora buscar e muitas pessoas acompanharam. Quem veio dirigindo não lembro. Mas sei que desde então ele nunca mais dirigiu sozinho naquela estrada.

Obs. Essa história é baseada em fatos reais...Parece lenda, mais não é!!!!